23 de jun. de 2012

CHAMADA DE TRABALHOS: 3º Encontro da Região Norte da Sociedade Brasileira de Sociologia



O QUE?
3º Encontro da Região Norte da Sociedade Brasileira de Sociologia - que tem como propósitos dar continuidade à equalização da produção sociológica do Brasil com a produção sociológica da Região Norte, fortalecer os vínculos da SBS com as Universidades amazônicas, dar visibilidade ao conhecimento acumulado pelos pesquisadores do norte brasileiro sobre os processos em curso na Amazônia contemporânea, estimular o intercâmbio entre pesquisadores e discentes dos distintos Cursos e Programas de Pós-Graduação em Sociologia/Ciências Sociais situados nesta região e nos demais estados do Brasil, assim como o intercâmbio da produção acadêmico-científica e o desenvolvimento de estudos comparados. Pretende ainda, discutir o processo de implantação da Sociologia no Ensino Médio no Brasil e, em particular, nas escolas da Amazônia, oportunizando a discussão sobre o campo de atuação profissional do sociólogo na região, com foco sobre a inserção deste profissional no âmbito da esfera pública (governamental) e privada.

ONDE?
Em Manaus - AMAZONAS, no campus da Universidade Federal do Amazonas - UFAM.

QUANDO?
De 26 a 28 de setembro de 2012.



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10 de jun. de 2012

Reacionários? Fundamentalistas? Fanáticos? Ignorantes? Evangélicos? Será mesmo?




Desconsiderem totalmente o "NÃO VOTE EM EVANGÉLICOS". Resolvi compartilhar essa imagem por extrema indignação. Ressalte-se que nada tenho contra nenhum desses segmentos em especial, nem seus componentes, porém, apenas, discordo frontalmente de alguns líderes, que muitas vezes criam "ONG's" patrocinadas pelo Estado Brasileiro como um todo para promover esse tipo de manifestação ridículo. Tenho certeza que boa parte dos gays, espíritas, intelectuais e afins são contra esse tipo de atitude. Abaixo segue uma reflexão minha.
Imagem postada originalmente na fan page https://www.facebook.com/trolldivino
Acesso em 10.06.2012. 
Reacionários? Fundamentalistas? Fanáticos? Ignorantes? Evangélicos? Será mesmo?

Como é que alguns grupos, chamados de "minorias sociais", podem promover uma campanha contra um determinado segmento religioso (que poderia ser qualquer um), sob nenhuma justificativa e em contrariedade ao que dispõe a Constituição Republicana do Brasil, no que se refere à liberdade religiosa, de consciência, de expressão, de voto? 

Como é que se exige respeito da comunidade evangélica quando menosprezam, inclusive intelectualmente, seus componentes, os nivelando por baixo, ridicularizando-os, tornando-os em meros marionetes, quando na verdade apenas defendem uma crença (fé) em um Deus que ciência nenhuma jamais poderá medir sua existência ou não, seu poder ou não, sua falibilidade ou não?

Já imaginaram se um evangélico fizesse um banner com os escritos: "NÃO VOTEM EM GAY!" (seríamos homossexuais e possíveis assassinos de gays, para eles); "NÃO VOTEM EM ATEUS!" (seríamos fanáticos religiosos transloucados); "NÃO VOTEM EM INTELECTUAIS" (seríamos ignorantes e "burros" ex officio); "NÃO VOTEM EM ESPÍRITAS!" (seríamos fundamentalistas arrogantes e donos da verdade absoluta).

AGORA ESSES GRUPOS PODEM DITAR EM QUEM DEVEMOS OU NÃO VOTAR E SER NORMAL, E SER UM MERO EXERCÍCIO DA LIBERDADE DE EXPRESSÃO?

ACORDA, BRASIL!
CUIDADO MESMO NA HORA DO VOTO. OBSERVEM BASTANTE QUEM, DE FATO, TRADUZ O QUE VOCÊ QUER NO PARLAMENTO OU EXECUTIVO. 
LIBERTEM-SE! 
Ass.: Júnior Nascimento, CRISTÃO, CRENTE, EVANGÉLICO, acadêmico de gestão pública, advogado. 
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9 de jun. de 2012

Resenha: O DIREITO À CIDADE de Henri Lefebvre



Olá pessoal, estou de volta ao blog depois de um tempo sumida. Acontece que às atividades acadêmicas tem me prendido bastante. 

Essa resenha fiz para a disciplina de Antropologia Urbana, mas o professor não corrigiu, pois alegou que a maioria da turma tinha copiado da internet, que não foi o meu caso...Ai sobrou para eu também né, fiquei sem minha valiosa nota. Entretanto, fazer essa resenha me ajudou a compreender muito sobre antropologia urbana. 

Antecipo-os informando que não esta muito boa, pois a escrevi no começo da disciplina sem ao menos ter uma introdução que me contextualiza-se. Então é isso, colaborem com seus comentários para a resenha seja aperfeiçoada.




O DIREITO À CIDADE

LEFEBVRE, Henri. “O Direito à Cidade”. 1ª ed. São Paulo: Moraes, 1991.
(p. 96-109).

Por Manu Vilar

 

A obra desenvolvida por Henri Lefebvre (1901-1991), filósofo francês formado na Universidade de Paris, oferece ao leitor, a partir de um ponto de vista crítico, um balanço dos fenômenos urbanos que se originaram, principalmente, a partir da consolidação do modo de produção capitalista.

Lefebvre inicia seu discurso afirmando que a reflexão teórica, a cerca da realidade urbana, passa a reconhecer novas necessidades de investigação que dão abertura e redefinem um novo escopo ao que ele chama de “Ciência da Cidade”. Sobre isso, explica que “uma ciência analítica da cidade, necessária, está hoje ainda em esboço. Conceitos e teorias, no começo de sua elaboração, só podem avançar com a realidade urbana em formação, com a práxis (prática social) da sociedade urbana.”. Dessa forma, fica evidente que para esse autor, a “ciência da cidade” precisa ser repensada, já que os postulados, da supracitada, que dominavam até então eram demasiadamente reducionistas e simplificados, e por isso não conseguiam abarcar toda panorâmica que esta temática engloba. Isto porque, tinha como objeto de estudo a cidade, sendo assim, concebia que os problemas urbanos seriam questões meramente técnicas. Coisificava, desta forma, os indivíduos, que nessas circunstâncias seriam também objetos e não sujeitos atuantes no espaço social.

Aponta ainda, sua inquietação com o caráter alienista dos estudos urbanistas modernos que se multiplicavam até então. Lefebvre expõe que “no que diz respeito à cidade, o objeto da ciência não está determinado.” Já que, nesta ciência, as problemáticas não podem ser abreviadas a questões espaciais, menos ainda a prancheta de um arquiteto. Em meias palavras, tentar objetivar toda essa panorâmica, que envolve múltiplos contextos, é simplesmente uma medíocre forma de reducionismo determinista, que deve ser evitada e negada.

Mais adianta, o autor começa sua crítica ao “velho humanismo clássico” que segundo ele é “apenas um tema para discursos oficiais.” E na sequência, recupera Nietzsche ao equiparar a marte do humanismo a “morte de Deus”. Isto porque, se Deus morreu, ou melhor, se as pessoas deixaram de crê em Deus para crê na ciência, na técnica, para quem então devem construir? Essa é uma das questões que o autor coloca em seu discurso, para mais na frente indicar, como Nietzsche também o fez, que “o sujeito” a quem devemos servir somos nós mesmos, esse homem do agora, esse projeto inacabado em perpetua transformação. Desta forma, é necessário deixar para trás os mitos e limites da vida rural e dar os primeiros passos em direção da embrionária vida urbana. Por isso, para esse autor é fundamental compreender que “Nem o arquiteto, nem o urbanista, nem o sociólogo, nem o economista, nem o filosofo ou o político podem tirar do nada, por decreto, novas formas de relações.” Já que essas relações sociais não advêm de projetos técnicos e científicos elaborados a partir de ideologias, mas, somente e exclusivamente, a partir da práxis.

Outra crítica feita por Lefebvre aos seus contemporâneos consiste no fato desses últimos dissociarem os conceitos de estrutura, função e forma. Para este autor, fazer isso significa cair em desacerto. Já que esses três elementos constituem parte de um todo. O autor indaga: “Conhecer o alcance deles, suas ares de validez, seus limites e suas relações recíprocas – saber que eles formam um todo, mas que os elementos desse todo tem uma certa independência e uma autonomia relativa – não privilegiar nenhum d eles, fato que dá origem a uma ideologia, isto é, um sistema dogmático e fechado de significações, o estruturalismo, o formalismo e o funcionalismo.”

Seguindo o autor apregoa suas considerações acerca do sistema de significações. Inicialmente mostra que tanto os políticos como os humildes habitantes possuem sistemas de significações, logo, todos possuímos. Todavia, esses sistemas não são estáticos, eles variam de acordo com a sociedade (ou parcela da sociedade) a qual o indivíduo pertence. Fundamentados nisso, podemos inferir, é obvio, que os arquitetos também tem seu sistema de significações. Entretanto, Lefebvre observa que “os arquitetos parecem ter estabelecido e dogmatizado um conjunto de significações, mal explicitado como tal e que aparece através de diversos vocabulários: ‘função’, ‘forma’, ‘estrutura’, ou antes funcionalismo, formalismo, estruturalismo. Elaboram-no não a partir das significações percebidas e vividas por aquelas que habitam, mas a partir do fato de habitar, por eles interpretado.” A problemática que Lefebvre aponta neste ponto diz respeito ao fato de que  esses arquitetos, que racionalizam os termos supramencionados, caem em erro porque dão significações a um espaço social no qual se têm apenas ideias e projeções de como serão as relações sociais dos que futuramente habitarão aquele espaço. Sendo essas suposições levantadas por esses arquitetos demasiadamente frágeis e sem garantia qualquer.

A diante é abordado à necessidade da inserção de um suporte social e de forças políticas que impulsionem a ciência da cidade a uma atuação mais incisiva e direta. O autor sustenta a ideia de que a classe trabalhadora seria o “componente chave” no processo de transformação do espaço urbano, pois, conforme ele, a classe operaria é a única capaz de por fim a uma segregação dirigida essencialmente contra ela. Ressalvando que, “isto não que dizer que a classe operaria fara sozinha a sociedade urbana, mas que sem ela nada é possível.”. Logo que sem a atuação dessa classe a desintegração continuará. Para tanto, Lefebvre elabora duas séries de preposições que ajudem nesse processo de transformação: um programa político de reforma urbana que será submetido preferencialmente aos partidos de esquerda e operem nas classes operarias; e projetos urbanísticos que por sua vez compreenderiam “‘modelos’, formas de espaço e de tempo urbanos, sem se preocupar com seu caráter atualmente realizável ou não, utópicos ou não (isto é, lucidamente “utópicos”)”. O autor esclarece que essas duas séries são proposições que pretendem alcançar curto, médio e longo prazo. Justamente por isso é aceitável que consigam formar um conjunto capaz de alcançar a estratégia urbana propriamente dita.

Em linhas gerais o direito à cidade, defendido por Lefebvre, se confunde com o próprio direito à vida, e por isso mesmo independe de seu reconhecimento como membro “natural” ou não de certo espaço. O autor reivindica uma integral cidadania a todos os habitantes de uma determinada cidade, seja ela qual for, sendo este reconhecimento formal ou não formal.

A conclusão é positiva, não somente porque os postulados do texto indicam a emergência da humanização, mas também, porque apontam de maneira geral a necessidade do direito à liberdade. Desta forma, o texto é recomendado a todos os interessados no ensino de urbanismo e areas afins, já que compreender essas questões é de primeira importância, para uma formação apropriada.

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6 de jan. de 2012

Criança Indígena de 8 Anos é Queimada Viva Por Madereiros


Já pensou se alguém entra em sua casa, quebra tudo e ainda mata seu filho? 
Foi isso que aconteceu essa semana com uma pequena criança indígena. Entraram em sua casa (território legalmente indígena demarcado pelo governo), destruiram tudo, através do desmatamento, da poluição e tudo mais que estão acostumados a fazer, e ainda por cima, riram enquanto o pequeno queimava. 

Ainda tem gente que diz que índio é selvagem! Quem é realmente esta sendo selvagem nessa história?


Lamentável notícia esta que chegou a mim através das redes sociais. Quem acompanha o caso de perto é Rogério Tomaz Jr. autor do blog  Conexão Brasília Maranhão.

O triste fato ainda não tomou grandes proporções na mídia nacional, e pelo que o Rogério Tomaz nos revela, não vai tomar. Mas graças a internet e as redes sociais esse crime não vai passar despercebido. Por que o povo, ao contrário da justiça desse país (que é oportunamente cega) esta vendo tudo. A questão é: vamos ficar de braços cruzados?

Meu apelo é que ajudem a divulgar essa informação para que a morte dessa indefesa criança não fique impune.


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A foto abaixo e o texto foram retiradas do blog Conexão Brasília Maranhão.




http://brasiliamaranhao.files.wordpress.com/2012/01/indio-awa-guaja.jpg?w=500


Quando a bestialidade emerge, fica difícil encontrar palavras para descrever qualquer pensamento ou sentimento que tenta compreender um acontecimento como esse.
Na última
segunda-feira (3)
semana*. uma criança de oito anos foi queimada viva por madeireiros em Arame, cidade da região central do Maranhão.
Enquanto a criança – da etnia awa-guajá – agonizava, os carrascos se divertiam com a cena.
O caso não vai ganhar capa da Veja ou da Folha de São Paulo. Não vai aparecer no Jornal Nacional e não vai merecer um “isso é uma vergonha” do Boris Casoy.
Também não vai virar TT no Twitter ou viral no Facebook.
Não vai ser um tema de rodas de boteco, como o cãozinho que foi morto por uma enfermeira.
E, obviamente, não vai gerar qualquer passeata da turma do Cansei ou do Cansei 2 (a turma criada no suco de caranguejo que diz combater a corrupção usando máscara do Guy Fawkes** e fazendo carinha de indignada na Avenida Paulista ou na Esplanada dos Ministérios).
Entretanto, se amanhã ou depois um índio der um tapa na cara de um fazendeiro ou madeireiro, em Arame ou em qualquer lugar do Brasil, não faltarão editoriais – em jornais, revistas, rádios, TVs e portais – para falar da “selvageria” e das tribos “não civilizadas” e da ameaça que elas representam para as pessoas de bem e para a democracia.
Mas isso não vai ocorrer.
E as “pessoas de bem” e bem informadas vão continuar achando que existe “muita terra para pouco índio” e, principalmente, que o progresso no campo é o agronegócio. Que modernos são a CNA e a Kátia Abreu.
A área dos awa-guajá em Arame já está demarcada, mas os latifundiários da região não se importam com a lei. A lei, aliás, são eles que fazem. E ai de quem achar ruim.
Os ruralistas brasileiros – aqueles que dizem que o atual Código Florestal representa uma ameaça à “classe produtora” brasileira – matam dois (sem terra ou quilombola ou sindicalista ou indígena ou pequeno pescador) por semana. E o MST (ou os índios ou os quilombolas) é violento. Ou os sindicatos são radicais.
—
Os madeireiros que cobiçam o território dos awa-guajá em Arame não cessam um dia de ameaçar, intimidade e agredir os índios.
E a situação é a mesma em todos os rincões do Brasil onde há um povo indígena lutando pela demarcação da sua área. Ou onde existe uma comunidade quilombola reivindicando a posse do seu território ou mesmo resistindo ao assédio de latifundiários que não aceitam as decisões do poder público. E o cenário se repete em acampamentos e assentamentos de trabalhadores rurais.
Até quando?
—
Atualização – 0h16 (06/01)
As informações sobre o episódio foram divulgadas pelo jornal Vias de Fato (www.viasdefato.jor.br), que faz um trabalho muito sério em São Luís, especialmente dedicado à cobertura da atuação dos movimentos sociais. No seu perfil no Facebook, uma das coordenadoras do Vias de Fato publicou a foto e a informação de que se tratava de uma criança queimada. Estamos apurando e reunindo mais informações para publicar assim que possível.
*O crime não ocorreu segunda (3) como informei. No sábado (31) o jornal Vias de Fato foi informado do episódio, mas não diz em que dia ocorreu. O Vias está fora do ar (algum problema técnico, creio), mas o cache do Google ainda permite a visualização da nota publicada na noite do sábado. Clique aqui.

**Não tenho nada contra o movimento Anonymous, que se identifica através da máscara de Guy Fawkes. Ao contrário, até simpatizo com o grupo, porque seus integrantes agem com estratégia e planejamento. Tenho restrições contra pessoas que dizem combater a corrupção participando de marchas enquanto pagam um salário de fome à empregada doméstica ou sonega imposto de renda.

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 Mais informações acesse: Conexão Brasília Maranhão
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2 de jan. de 2012

“OS HOMENS SÃO TODOS IGUAIS”. E AS MULHERES?


Dentre tantos machismos explorados diariamente pelas mais diversas mídias, um feminismo impregnado na cultura brasileira sempre foi visto com muita naturalidade. Afinal de contas, os homens são todos iguais?
Bom, essa não é uma questão que se tenha respostas prontas. Sinto que, na verdade, ainda não existe uma resposta definitiva para tal linha de raciocínio, mesmo porque, não se delimita o ponto em que essa “igualdade” vai se exteriorizar.

A maioria das mulheres diz que todos os homens são iguais porque sofreram alguma forte decepção de cunho sentimental com um ou vários deles sucessivamente ou, mesmo ainda não tendo sofrido diretamente, veem-se atingidas pelo sofrimento de suas colegas de gênero. Esquecem-se, porém, que esse pensamento leva a uma dúvida mais que presente no intelecto masculino: não seriam elas as verdadeiras “iguais”, as que possuem um pensamento julgador já formado acerca dos homens?

Não é difícil encontrar homens com casos de relacionamentos mal sucedidos, alguns deles bem mais dramáticos do que o de muitas das mulheres. Por incrível que pareça, existem homens românticos, homens que sofrem, homens que amam e que sabem valorizar uma mulher.  Talvez vocês, leitorAs, devem estar pensando: ah, ou você é um machista, ou está advogando em causa própria, ou esses homens que você citou exemplarmente são verdadeiros mentirosos. Não quero pré-julgar. Sei que pode existir alguma mulher pensando: sim, acredito que eles existam, mas porque nunca conheci um deles antes? E não poderiam deixar de ter aquelas que, mesmo sabendo que nem tudo está perdido, tem medo. Digo, não é nem medo de amar, é medo de viver mesmo.

Digo-vos e afirmo que nem todos os homens são iguais [e que também o diferencial entre nós, homens, não são apenas nossos endereços]. Entretanto, necessário se faz realizar uma reflexão.

Pensem consigo mesmas: qual o homem que você julga ideal? O que seu homem ideal precisa ter? O homem igual aos outros não tem por quê? O namorado de sua melhor amiga é um homem ideal? Se sim, por que você não pode encontrar um? Se não, por que você não ajuda a sua melhor amiga a se livrar dele? O seu ideal pode preexistir a uma relação ou deve ser construído? Você pode contribuir para que o seu parceiro chegue ao seu ideal? Você está procurando seu “homem diferente”? Onde? Você é seletiva? Ele é seletivo? O que você acha que esse homem especial espera de uma mulher? Você se encaixa nessa mulher? É justo você ter um homem com as características que você sempre quis? Você pode mudar? Você pode muda-lo? E a conquista, fará dele um galanteador igual a todos os outros? Os conceitos que você tem, será mesmo que são os corretos? O que você aprendeu com relacionamentos anteriores? Você amadureceu ao ponto de poder vislumbrar um HOMEM DE VERDADE? Você aceita críticas? Você elogia antes de criticar?

De posse de todas essas questões, reflitam comigo: todo homem é igual? E as mulheres?

Se 50%+1 das mulheres responderem as mesmas respostas para essas mesmas perguntas, eu vos digo com a mais absoluta convicção: Nenhum homem é igual aos outros, todavia a maioria absoluta das mulheres SÃO!

Frustação, decepção, caráter, personalidade e sentimentos independem do sexo.
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