10 de jun. de 2012

Reacionários? Fundamentalistas? Fanáticos? Ignorantes? Evangélicos? Será mesmo?




Desconsiderem totalmente o "NÃO VOTE EM EVANGÉLICOS". Resolvi compartilhar essa imagem por extrema indignação. Ressalte-se que nada tenho contra nenhum desses segmentos em especial, nem seus componentes, porém, apenas, discordo frontalmente de alguns líderes, que muitas vezes criam "ONG's" patrocinadas pelo Estado Brasileiro como um todo para promover esse tipo de manifestação ridículo. Tenho certeza que boa parte dos gays, espíritas, intelectuais e afins são contra esse tipo de atitude. Abaixo segue uma reflexão minha.
Imagem postada originalmente na fan page https://www.facebook.com/trolldivino
Acesso em 10.06.2012. 
Reacionários? Fundamentalistas? Fanáticos? Ignorantes? Evangélicos? Será mesmo?

Como é que alguns grupos, chamados de "minorias sociais", podem promover uma campanha contra um determinado segmento religioso (que poderia ser qualquer um), sob nenhuma justificativa e em contrariedade ao que dispõe a Constituição Republicana do Brasil, no que se refere à liberdade religiosa, de consciência, de expressão, de voto? 

Como é que se exige respeito da comunidade evangélica quando menosprezam, inclusive intelectualmente, seus componentes, os nivelando por baixo, ridicularizando-os, tornando-os em meros marionetes, quando na verdade apenas defendem uma crença (fé) em um Deus que ciência nenhuma jamais poderá medir sua existência ou não, seu poder ou não, sua falibilidade ou não?

Já imaginaram se um evangélico fizesse um banner com os escritos: "NÃO VOTEM EM GAY!" (seríamos homossexuais e possíveis assassinos de gays, para eles); "NÃO VOTEM EM ATEUS!" (seríamos fanáticos religiosos transloucados); "NÃO VOTEM EM INTELECTUAIS" (seríamos ignorantes e "burros" ex officio); "NÃO VOTEM EM ESPÍRITAS!" (seríamos fundamentalistas arrogantes e donos da verdade absoluta).

AGORA ESSES GRUPOS PODEM DITAR EM QUEM DEVEMOS OU NÃO VOTAR E SER NORMAL, E SER UM MERO EXERCÍCIO DA LIBERDADE DE EXPRESSÃO?

ACORDA, BRASIL!
CUIDADO MESMO NA HORA DO VOTO. OBSERVEM BASTANTE QUEM, DE FATO, TRADUZ O QUE VOCÊ QUER NO PARLAMENTO OU EXECUTIVO. 
LIBERTEM-SE! 
Ass.: Júnior Nascimento, CRISTÃO, CRENTE, EVANGÉLICO, acadêmico de gestão pública, advogado. 
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9 de jun. de 2012

Resenha: O DIREITO À CIDADE de Henri Lefebvre



Olá pessoal, estou de volta ao blog depois de um tempo sumida. Acontece que às atividades acadêmicas tem me prendido bastante. 

Essa resenha fiz para a disciplina de Antropologia Urbana, mas o professor não corrigiu, pois alegou que a maioria da turma tinha copiado da internet, que não foi o meu caso...Ai sobrou para eu também né, fiquei sem minha valiosa nota. Entretanto, fazer essa resenha me ajudou a compreender muito sobre antropologia urbana. 

Antecipo-os informando que não esta muito boa, pois a escrevi no começo da disciplina sem ao menos ter uma introdução que me contextualiza-se. Então é isso, colaborem com seus comentários para a resenha seja aperfeiçoada.




O DIREITO À CIDADE

LEFEBVRE, Henri. “O Direito à Cidade”. 1ª ed. São Paulo: Moraes, 1991.
(p. 96-109).

Por Manu Vilar

 

A obra desenvolvida por Henri Lefebvre (1901-1991), filósofo francês formado na Universidade de Paris, oferece ao leitor, a partir de um ponto de vista crítico, um balanço dos fenômenos urbanos que se originaram, principalmente, a partir da consolidação do modo de produção capitalista.

Lefebvre inicia seu discurso afirmando que a reflexão teórica, a cerca da realidade urbana, passa a reconhecer novas necessidades de investigação que dão abertura e redefinem um novo escopo ao que ele chama de “Ciência da Cidade”. Sobre isso, explica que “uma ciência analítica da cidade, necessária, está hoje ainda em esboço. Conceitos e teorias, no começo de sua elaboração, só podem avançar com a realidade urbana em formação, com a práxis (prática social) da sociedade urbana.”. Dessa forma, fica evidente que para esse autor, a “ciência da cidade” precisa ser repensada, já que os postulados, da supracitada, que dominavam até então eram demasiadamente reducionistas e simplificados, e por isso não conseguiam abarcar toda panorâmica que esta temática engloba. Isto porque, tinha como objeto de estudo a cidade, sendo assim, concebia que os problemas urbanos seriam questões meramente técnicas. Coisificava, desta forma, os indivíduos, que nessas circunstâncias seriam também objetos e não sujeitos atuantes no espaço social.

Aponta ainda, sua inquietação com o caráter alienista dos estudos urbanistas modernos que se multiplicavam até então. Lefebvre expõe que “no que diz respeito à cidade, o objeto da ciência não está determinado.” Já que, nesta ciência, as problemáticas não podem ser abreviadas a questões espaciais, menos ainda a prancheta de um arquiteto. Em meias palavras, tentar objetivar toda essa panorâmica, que envolve múltiplos contextos, é simplesmente uma medíocre forma de reducionismo determinista, que deve ser evitada e negada.

Mais adianta, o autor começa sua crítica ao “velho humanismo clássico” que segundo ele é “apenas um tema para discursos oficiais.” E na sequência, recupera Nietzsche ao equiparar a marte do humanismo a “morte de Deus”. Isto porque, se Deus morreu, ou melhor, se as pessoas deixaram de crê em Deus para crê na ciência, na técnica, para quem então devem construir? Essa é uma das questões que o autor coloca em seu discurso, para mais na frente indicar, como Nietzsche também o fez, que “o sujeito” a quem devemos servir somos nós mesmos, esse homem do agora, esse projeto inacabado em perpetua transformação. Desta forma, é necessário deixar para trás os mitos e limites da vida rural e dar os primeiros passos em direção da embrionária vida urbana. Por isso, para esse autor é fundamental compreender que “Nem o arquiteto, nem o urbanista, nem o sociólogo, nem o economista, nem o filosofo ou o político podem tirar do nada, por decreto, novas formas de relações.” Já que essas relações sociais não advêm de projetos técnicos e científicos elaborados a partir de ideologias, mas, somente e exclusivamente, a partir da práxis.

Outra crítica feita por Lefebvre aos seus contemporâneos consiste no fato desses últimos dissociarem os conceitos de estrutura, função e forma. Para este autor, fazer isso significa cair em desacerto. Já que esses três elementos constituem parte de um todo. O autor indaga: “Conhecer o alcance deles, suas ares de validez, seus limites e suas relações recíprocas – saber que eles formam um todo, mas que os elementos desse todo tem uma certa independência e uma autonomia relativa – não privilegiar nenhum d eles, fato que dá origem a uma ideologia, isto é, um sistema dogmático e fechado de significações, o estruturalismo, o formalismo e o funcionalismo.”

Seguindo o autor apregoa suas considerações acerca do sistema de significações. Inicialmente mostra que tanto os políticos como os humildes habitantes possuem sistemas de significações, logo, todos possuímos. Todavia, esses sistemas não são estáticos, eles variam de acordo com a sociedade (ou parcela da sociedade) a qual o indivíduo pertence. Fundamentados nisso, podemos inferir, é obvio, que os arquitetos também tem seu sistema de significações. Entretanto, Lefebvre observa que “os arquitetos parecem ter estabelecido e dogmatizado um conjunto de significações, mal explicitado como tal e que aparece através de diversos vocabulários: ‘função’, ‘forma’, ‘estrutura’, ou antes funcionalismo, formalismo, estruturalismo. Elaboram-no não a partir das significações percebidas e vividas por aquelas que habitam, mas a partir do fato de habitar, por eles interpretado.” A problemática que Lefebvre aponta neste ponto diz respeito ao fato de que  esses arquitetos, que racionalizam os termos supramencionados, caem em erro porque dão significações a um espaço social no qual se têm apenas ideias e projeções de como serão as relações sociais dos que futuramente habitarão aquele espaço. Sendo essas suposições levantadas por esses arquitetos demasiadamente frágeis e sem garantia qualquer.

A diante é abordado à necessidade da inserção de um suporte social e de forças políticas que impulsionem a ciência da cidade a uma atuação mais incisiva e direta. O autor sustenta a ideia de que a classe trabalhadora seria o “componente chave” no processo de transformação do espaço urbano, pois, conforme ele, a classe operaria é a única capaz de por fim a uma segregação dirigida essencialmente contra ela. Ressalvando que, “isto não que dizer que a classe operaria fara sozinha a sociedade urbana, mas que sem ela nada é possível.”. Logo que sem a atuação dessa classe a desintegração continuará. Para tanto, Lefebvre elabora duas séries de preposições que ajudem nesse processo de transformação: um programa político de reforma urbana que será submetido preferencialmente aos partidos de esquerda e operem nas classes operarias; e projetos urbanísticos que por sua vez compreenderiam “‘modelos’, formas de espaço e de tempo urbanos, sem se preocupar com seu caráter atualmente realizável ou não, utópicos ou não (isto é, lucidamente “utópicos”)”. O autor esclarece que essas duas séries são proposições que pretendem alcançar curto, médio e longo prazo. Justamente por isso é aceitável que consigam formar um conjunto capaz de alcançar a estratégia urbana propriamente dita.

Em linhas gerais o direito à cidade, defendido por Lefebvre, se confunde com o próprio direito à vida, e por isso mesmo independe de seu reconhecimento como membro “natural” ou não de certo espaço. O autor reivindica uma integral cidadania a todos os habitantes de uma determinada cidade, seja ela qual for, sendo este reconhecimento formal ou não formal.

A conclusão é positiva, não somente porque os postulados do texto indicam a emergência da humanização, mas também, porque apontam de maneira geral a necessidade do direito à liberdade. Desta forma, o texto é recomendado a todos os interessados no ensino de urbanismo e areas afins, já que compreender essas questões é de primeira importância, para uma formação apropriada.

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6 de jan. de 2012

Criança Indígena de 8 Anos é Queimada Viva Por Madereiros


Já pensou se alguém entra em sua casa, quebra tudo e ainda mata seu filho? 
Foi isso que aconteceu essa semana com uma pequena criança indígena. Entraram em sua casa (território legalmente indígena demarcado pelo governo), destruiram tudo, através do desmatamento, da poluição e tudo mais que estão acostumados a fazer, e ainda por cima, riram enquanto o pequeno queimava. 

Ainda tem gente que diz que índio é selvagem! Quem é realmente esta sendo selvagem nessa história?


Lamentável notícia esta que chegou a mim através das redes sociais. Quem acompanha o caso de perto é Rogério Tomaz Jr. autor do blog  Conexão Brasília Maranhão.

O triste fato ainda não tomou grandes proporções na mídia nacional, e pelo que o Rogério Tomaz nos revela, não vai tomar. Mas graças a internet e as redes sociais esse crime não vai passar despercebido. Por que o povo, ao contrário da justiça desse país (que é oportunamente cega) esta vendo tudo. A questão é: vamos ficar de braços cruzados?

Meu apelo é que ajudem a divulgar essa informação para que a morte dessa indefesa criança não fique impune.


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A foto abaixo e o texto foram retiradas do blog Conexão Brasília Maranhão.




http://brasiliamaranhao.files.wordpress.com/2012/01/indio-awa-guaja.jpg?w=500


Quando a bestialidade emerge, fica difícil encontrar palavras para descrever qualquer pensamento ou sentimento que tenta compreender um acontecimento como esse.
Na última
segunda-feira (3)
semana*. uma criança de oito anos foi queimada viva por madeireiros em Arame, cidade da região central do Maranhão.
Enquanto a criança – da etnia awa-guajá – agonizava, os carrascos se divertiam com a cena.
O caso não vai ganhar capa da Veja ou da Folha de São Paulo. Não vai aparecer no Jornal Nacional e não vai merecer um “isso é uma vergonha” do Boris Casoy.
Também não vai virar TT no Twitter ou viral no Facebook.
Não vai ser um tema de rodas de boteco, como o cãozinho que foi morto por uma enfermeira.
E, obviamente, não vai gerar qualquer passeata da turma do Cansei ou do Cansei 2 (a turma criada no suco de caranguejo que diz combater a corrupção usando máscara do Guy Fawkes** e fazendo carinha de indignada na Avenida Paulista ou na Esplanada dos Ministérios).
Entretanto, se amanhã ou depois um índio der um tapa na cara de um fazendeiro ou madeireiro, em Arame ou em qualquer lugar do Brasil, não faltarão editoriais – em jornais, revistas, rádios, TVs e portais – para falar da “selvageria” e das tribos “não civilizadas” e da ameaça que elas representam para as pessoas de bem e para a democracia.
Mas isso não vai ocorrer.
E as “pessoas de bem” e bem informadas vão continuar achando que existe “muita terra para pouco índio” e, principalmente, que o progresso no campo é o agronegócio. Que modernos são a CNA e a Kátia Abreu.
A área dos awa-guajá em Arame já está demarcada, mas os latifundiários da região não se importam com a lei. A lei, aliás, são eles que fazem. E ai de quem achar ruim.
Os ruralistas brasileiros – aqueles que dizem que o atual Código Florestal representa uma ameaça à “classe produtora” brasileira – matam dois (sem terra ou quilombola ou sindicalista ou indígena ou pequeno pescador) por semana. E o MST (ou os índios ou os quilombolas) é violento. Ou os sindicatos são radicais.
Os madeireiros que cobiçam o território dos awa-guajá em Arame não cessam um dia de ameaçar, intimidade e agredir os índios.
E a situação é a mesma em todos os rincões do Brasil onde há um povo indígena lutando pela demarcação da sua área. Ou onde existe uma comunidade quilombola reivindicando a posse do seu território ou mesmo resistindo ao assédio de latifundiários que não aceitam as decisões do poder público. E o cenário se repete em acampamentos e assentamentos de trabalhadores rurais.
Até quando?
Atualização – 0h16 (06/01)
As informações sobre o episódio foram divulgadas pelo jornal Vias de Fato (www.viasdefato.jor.br), que faz um trabalho muito sério em São Luís, especialmente dedicado à cobertura da atuação dos movimentos sociais. No seu perfil no Facebook, uma das coordenadoras do Vias de Fato publicou a foto e a informação de que se tratava de uma criança queimada. Estamos apurando e reunindo mais informações para publicar assim que possível.
*O crime não ocorreu segunda (3) como informei. No sábado (31) o jornal Vias de Fato foi informado do episódio, mas não diz em que dia ocorreu. O Vias está fora do ar (algum problema técnico, creio), mas o cache do Google ainda permite a visualização da nota publicada na noite do sábado. Clique aqui.

**Não tenho nada contra o movimento Anonymous, que se identifica através da máscara de Guy Fawkes. Ao contrário, até simpatizo com o grupo, porque seus integrantes agem com estratégia e planejamento. Tenho restrições contra pessoas que dizem combater a corrupção participando de marchas enquanto pagam um salário de fome à empregada doméstica ou sonega imposto de renda.

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 Mais informações acesse: Conexão Brasília Maranhão
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2 de jan. de 2012

“OS HOMENS SÃO TODOS IGUAIS”. E AS MULHERES?


Dentre tantos machismos explorados diariamente pelas mais diversas mídias, um feminismo impregnado na cultura brasileira sempre foi visto com muita naturalidade. Afinal de contas, os homens são todos iguais?
Bom, essa não é uma questão que se tenha respostas prontas. Sinto que, na verdade, ainda não existe uma resposta definitiva para tal linha de raciocínio, mesmo porque, não se delimita o ponto em que essa “igualdade” vai se exteriorizar.

A maioria das mulheres diz que todos os homens são iguais porque sofreram alguma forte decepção de cunho sentimental com um ou vários deles sucessivamente ou, mesmo ainda não tendo sofrido diretamente, veem-se atingidas pelo sofrimento de suas colegas de gênero. Esquecem-se, porém, que esse pensamento leva a uma dúvida mais que presente no intelecto masculino: não seriam elas as verdadeiras “iguais”, as que possuem um pensamento julgador já formado acerca dos homens?

Não é difícil encontrar homens com casos de relacionamentos mal sucedidos, alguns deles bem mais dramáticos do que o de muitas das mulheres. Por incrível que pareça, existem homens românticos, homens que sofrem, homens que amam e que sabem valorizar uma mulher.  Talvez vocês, leitorAs, devem estar pensando: ah, ou você é um machista, ou está advogando em causa própria, ou esses homens que você citou exemplarmente são verdadeiros mentirosos. Não quero pré-julgar. Sei que pode existir alguma mulher pensando: sim, acredito que eles existam, mas porque nunca conheci um deles antes? E não poderiam deixar de ter aquelas que, mesmo sabendo que nem tudo está perdido, tem medo. Digo, não é nem medo de amar, é medo de viver mesmo.

Digo-vos e afirmo que nem todos os homens são iguais [e que também o diferencial entre nós, homens, não são apenas nossos endereços]. Entretanto, necessário se faz realizar uma reflexão.

Pensem consigo mesmas: qual o homem que você julga ideal? O que seu homem ideal precisa ter? O homem igual aos outros não tem por quê? O namorado de sua melhor amiga é um homem ideal? Se sim, por que você não pode encontrar um? Se não, por que você não ajuda a sua melhor amiga a se livrar dele? O seu ideal pode preexistir a uma relação ou deve ser construído? Você pode contribuir para que o seu parceiro chegue ao seu ideal? Você está procurando seu “homem diferente”? Onde? Você é seletiva? Ele é seletivo? O que você acha que esse homem especial espera de uma mulher? Você se encaixa nessa mulher? É justo você ter um homem com as características que você sempre quis? Você pode mudar? Você pode muda-lo? E a conquista, fará dele um galanteador igual a todos os outros? Os conceitos que você tem, será mesmo que são os corretos? O que você aprendeu com relacionamentos anteriores? Você amadureceu ao ponto de poder vislumbrar um HOMEM DE VERDADE? Você aceita críticas? Você elogia antes de criticar?

De posse de todas essas questões, reflitam comigo: todo homem é igual? E as mulheres?

Se 50%+1 das mulheres responderem as mesmas respostas para essas mesmas perguntas, eu vos digo com a mais absoluta convicção: Nenhum homem é igual aos outros, todavia a maioria absoluta das mulheres SÃO!

Frustação, decepção, caráter, personalidade e sentimentos independem do sexo.
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31 de dez. de 2011

Feliz 2012

Passando para desejar a todos um 2012 com muita saúde, paz e Deus no coração, o resto a gente conquista!

A mensagem de fim de ano que escolhi para postar aqui é de autoria do meu amigo querido Júnior Nascimento, Bacharel em Direito. E faço das palavras dele a minha.






Último dia do ano e estamos aqui, não todos, mas nós, que estamos, não estamos pura e simplesmente presentes: estamos “vivos para contar a ‘nossa’ história” feita por todos e dirigidas por um DEUS onipotente, acima de todos nós. A vida nada mais é do que uma questão de lógica, lógica racional, um jogo, de certa forma, onde retribuições sucessivas e contínuas dos nossos atos nos são atribuídas. Se nem tudo que você planejou há um ano atrás deu certo, paciência! A vida não existe para ser feita apenas de acertos. Erros são importantíssimos para o crescimento pessoal. Aliás, tenho sérias dúvidas a respeito de uma possível existência de maturidade em pessoas que nunca passaram por adversidade. Se somos, como já se dizia, produtos do meio ou, para os mais darwinistas, construções de uma seletividade natural, o meio em que vivemos ou simplesmente a natureza funciona como um oleiro, para nós, vasos. Isso mesmo, esta metáfora bíblica não encontra espaço melhor amoldável que a vida humana – onde ocorre uma sucessão de erros e acertos tendentes à levar o homem à perfeição. Nossos erros de 2011 serviram, e muito, para evitarmos repeti-los nos anos subsequentes. Os erros das pessoas com as quais convivemos, também. Porém, é bem mais inteligente aprender com os erros alheios que com os nossos. Nessa escola chamada VIDA, passa de ano (sem trocadilhos) quem é perspicaz ao ponto de evitar cometer as mesmas falhas de momentos pretéritos. A propósito disto, toda prova em que nossas notas deixam a desejar, em qualquer segmento que seja, serve, justamente, para que nunca mais repitamos aquilo que nos fez ficar aquém do esperado. De igual sorte deve ser vislumbrado um ano. Não deixa de ser uma vida. Foram, arredondados, 365 dias, diferentes entre si, porém com algo inerente à todos: a cada dia que se passou foi uma experiência a mais que obtivemos. E experiências não são advindas apenas de momentos tristes! Jamais pensem assim. Seria impossível saber o sabor de uma felicidade se não tivéssemos passado por uma infelicidade proporcionalmente de igual tamanho. Mas ser feliz é de graça, não custa nada além de pequenas atitudes, como regar sonhos! E isso é algo que o ser humano sabe fazer bem, sonhar. Sonho que se sonha só também é um sonho SIM, plenamente realizável. Se algo está ao seu alcance, faça! Não espere ninguém regar os seus sonhos. A vida é muito curta para você esperar atitudes dos outros. Tome as suas, se possível urgentemente. Eu, posso confessar, que cresci, que aprendi, que sofri, que sorri, que me alegrei, que me entristeci, que desperdicei, que conquistei, que perdi, que venci, que me decepcionei com quem jamais esperaria, que me surpreendi com pessoas com as quais não tive intimidade nenhuma. Não dá para saber como será o ano 2012, não dá para com uma cor às 00h00 decifrar todo um futuro. Nenhum ano é igual ao outro. Até nossos sonhos mudam, não é mesmo? O mais importante de tudo é que possamos cuidar do NOSSO futuro [sic], apenas do NOSSO. Seja responsável por si mesmo, seja responsável pelas suas vitórias e derrotas, seja responsável pelos seus sonhos, pelos seus fracassos e pelas suas concretudes. Corra atrás do que te faz feliz, sem vergonha do que a coletividade de “amigos, colegas e familiares” vão pensar. Na verdade, preste contas apenas à DEUS. Ele é o único que vai te ouvir, que vai te dar um bom conselho e que, mesmo com todas as merdas que você fizer, vai continuar do teu lado, porque ELE É FIEL. Quanto ao resto, “ninguém nunca precisou de restos para viver” mesmo... Desejo a todos os meus amigos e a quem assim se auto-denomina (sem ao menos dar um bom dia ao ver na rua) a mesma motivação para edificar seus sonhos que eu tive em 2011. Não consegui tudo que queria, mas continuo querendo os que ainda não alcancei. E se será em 2012 que conseguirei, sabe, isso já perdeu a importância. Eu tenho um DEUS QUE TUDO PODE, e tenho uma vida inteira pela frente. QUE O SEU 2012 SEJA CARREGADO DE COLHEITAS, para quem semeou sonhos em 2011 e os regou. Nunca espere de ninguém mais do que você pode dar. Abraços!
                                                                                                                               (Júnior Nascimento)

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27 de dez. de 2011

Perdeu Play Boy!!!


Essa é umas das frases usadas pelos bandidos quando realizam um assalto, então é isso que deveríamos ouvir diariamente quando compramos algo em nosso país, pois é nesse momento onde somos roubados de forma descarada pelo governo. Alguns se enganam dizendo pra si próprios e para os outros que esses impostos são revertidos em serviços públicos, mas quando isso acontece o serviço prestado é de péssima qualidade. E eu digo isso por experiência própria. No Brasil contam-se nas mãos as escolas ou hospitais públicos que oferecem um serviço de qualidade e um atendimento digno. Na maioria dos casos as pessoas são tratadas de forma desumana. O governo alega que não tem recursos para investir em educação, saúde e segurança, mas tem para dar aumento aos parlamentares.
Todos já estão fartos de saber que o Brasil tem uma das maiores cargas tributarias do mundo, mas segundo um estudo divulgado este ano pela OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico), o Brasil conseguiu a proeza de subir quatro posições nesse ranking e agora tem a 14ª maior carga tributária do mundo. Parece que a grande maioria dos políticos brasileiros só se empenha em fazer o país subir de posição nesses quesitos.
É um absurdo pagarmos 33,87% de impostos nos medicamentos, 39,70% em um brinquedo, 69,13% em um perfume, e se você tem TV por assinatura em casa, então saiba que esta pagando 46,12%. A relação abaixo, do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT), mostra como é pesada a carga tributária brasileira:

- Absorvente  Higiênico  34,48%
- Achocolatado  38,06%
- Açúcar  32,33%
- Agenda  escolar  43,19%
- Água  37,88%
-  Água  mineral  43,91%
- Água  sanitária  26,05%
- Álcool  (material de limpeza)  32,77%
- Álcool  combustível  25,86%
- Almoço em  restaurante  32,31%
- Aparelho de  barbear  40,78%
- Aparelho MP3  ou iPod  49,45%
- Arroz  17,24%
- Batata  11,22%
- Biscoito 37,30%
- Borracha  43,19%
- Brinquedos  39,70%
- Bronzeador  49,08%
- Cachaça  81,87%
- Café  19,98%
- Caipirinha  76,66%
- Calça  (tecido)  34,67%
- Calça de  Couro  39,80%
- Calça  Jeans  38,53%
- Camarão  33,29%
- Camisa  34,67%
- Caneta  47,78%
- Carne  bovina  17,47%
- Casa Popular  48,30%
- Casamento no  civil  16,93%
- CD 37,88%
- Cerveja  (lata)  54,80%
- Cerveja  garrafa  54,80%
- Champagne  59,49%
- Chester/Perú/Pernil  29,32%
- Chinelo  31,09%
- Chocolate  38,60%
- Cigarro  80,42%
- Cimento  30,05%
- Cobertor  26,05%
- Computador  acima de R$ 3.000,00  33,62%
- Computador  até R$ 3.000,00  24,30%
- Conta de  luz  47,08%
- Conta de  telefone  46,12%
- Desodorantes  37,37%
- DVD  (aparelho)  50,39%
- DVD  (cartucho)  44,20%
- Energia  Elétrica  48,28%
- Escola  Particular e Curso de Inglês  26,32%
- Escova de  dentes  34,00%
- Farinha de  Trigo  17,34%
- Feijão    17,24%
- Fermento  38,48%
- Gás de cozinha  34,04%
- Gasolina  53,03%
- Geladeira  36,98%
- Hospedagem em  hotel  29,56%
- Ingressos  (tickets)  40,85%
- Jóias  50,44%
- Jornal  14,09%
- Juros  bancários  26,39%
- Leite  18,65%
- Leite em  pó  28,17%
- Livros  15,52%
- Manteiga  36,01%
- Material de  Construção  32,80%
- Medicamento  de uso animal  13,11%
- Medicamentos  de uso humano  33,87%
- Mensalidade  do clube  26,86%
- Microondas  (forno)  59,37%
- Molho de  tomate (lata)  26,05%
- Moto (acima  de 250 cc)  64,65%
- Moto até 125  CC  43,81%
- Óleo de  cozinha  26,05%
- Ovos de  galinha  20,59%
- Passagem  aérea  22,32%
- Pasta de  dentes  34,67%
- Peixes  34,48%
- Perfume  importado  78,43%
- Perfume  nacional  69,13%
- Pinhão  24,07%
- Playstation    72,18%
- Preservativo  18,75%
- Protetor  solar  41,74%
- Refresco em  pó  36,30%
- Refrigerante  (lata)  45,80%
- Refrigerante  garrafa  43,91%
- Sabão em  barra  30,37%
- Sabão em  pó  40,80%
- Sabonete  37,09%
- Sapatos  36,17%
- Serviço de TV  por Assinatura  46,12%
- Suco  pronto  36,21%
- Telefone  celular  39,80%
- Televisor  44,94%
- Transporte  Coletivo  33,75%
- Universidade  (mensalidade)  26,32%
-  Vinho  54,73%
-  Wisky  61,22%
-  Xarope para  tosse  34,80%

Essa é a dura realidade do nosso Brasil! Muitos nem percebem, a maioria se conforma, os que não aceitam travam uma batalha fadada ao fracasso. Seria cômico se não fosse trágico.

            E quer saber de quem é a culpa?

            Então vou te dizer.

            O culpado é:





Isso mesmo!

 
VOCÊ que se acomoda e aceita essa situação.


Fontes: 

  • Disponível em: < http://equiperomanna.wordpress.com/2010/05/24/quanto-voce-paga-de-imposto-sobre-alimentos-eletronicos-transporte-coletivo-e-ate-pela-cervejinha/ > Acessado em: 26-12-2011.

  • Disponível em:  http: estudo-mostra-que-brasil-tem-a-14-maior-carga-tributaria-do_102661 > Acessado em: 26-12-2011.

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25 de dez. de 2011

Novos Moderadores

A vida do Cientista Social é muito dinâmica, temos que estar em constante diálogo com outras disciplinas, sejam elas humanas ou exatas. Porque a vida social não se resume em terminais. A todo instante estamos recebendo impactos internos e externos que formam e deformam nossa vida, nossa profissão.


Pensando nisso, compreendi que este blog, precisa de uma fomentação extra, externa. Por isso convidei duas pessoas brilhantes para contarem essa história comigo. A história de uma, quase, Cientista Social. Porque nessa construção não estou sozinha, entre tantos atores existem personagens principais, os protagonistas. E aqui, os apresento como os novos moderadores. São:

  • Estudante de Ciências da Computação. 
  •  
 
     
Bastante perspicaz, inteligente e, em muitas coisas é autodidata. Uma mistura harmoniosa de perfecionismo com talento. É amante da tecnologia, entretanto não despreza o valor das Ciências Humanas, ao contrário, aprecia. Por isso, seguramente terá um futuro promissor.


  • Estudante de Ciências Sociais.
 
Muito criativo, crítico, e sagaz. Faz uma combinação díspar de prolixidade com compassividade e espiritualidade. Possuí talento para música, mas por profissão escolheu Ciências Sociais. E certamente, será um grande cientista.




Com apoio deles teremos excelentes postagens e com certeza o blog ficará mais dinâmico e venturoso em 2012.

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Beeeeeijinhoos!
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Os Simpsons no Brasil



Como vêem o nosso Brasil lá fora:




Nosso país não é assim, pegaram leve demais, ele é bem pior! Infelizmente. 

E eu não me envergonho disso, quem tem que se envergonhar são às autoridades corruptas, que por tanta ganância,  matam de fome milhões de brasileiros. Esses imundos que roubam merenda de criancinhas, de moribundos em hospitais, de idosos, até da própria mãe eles roubam, se elas não tiverem cuidado. 


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