24 de dez. de 2011

Curso EAD - Propriedade Intelectual

Bom dia pessoinhas, nessa manhã solitária de véspera de Natal, estava navegando na net quando me deparei com os cursos EAD do SENAI, e não resiste, fiz um curso! 
E agora compartilho com vocês.

          O curso foi: Propriedade Intelectual do Programa de Competências Transversais do SENAI.
Possuí uma carga horária de 14h e é bem didático.
Abaixo segue um balanço dos tópicos trabalhados no curso, acompanhem:


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•    Direito Autoral: protege trabalhos publicados e não publicados;
•    Direito moral: o criador nunca pode ser separado de sua criação;
•    Direito Patrimonial: acontece quando o autor licencia o direito de comercialização de sua obra a outra pessoa, ou instituição;
•    Direitos Conexos – Tem validade de 70 anos e se dividem em três categorias:
o    Direitos de interpretes ou artistas executantes e interpretam as obras (música, teatro, etc.);
o    Produtoras/gravadoras que possibilitam a gravação dos cd’s e dvd’s;
o    Órgãos de radiodifusão que veiculam as obras por meio do rádio ou da televisão;

•    Símbolo Copyright ©: significa "todos os direitos reservados" e indica que a obra não deve ser reproduzida sem autorização expressa do dono dos direitos autorais.

•    O criador de um programa de computador tem o direito sobre ele por 50 anos.

•    Ramos da Propriedade Intelectual:
o    Direito Autoral: envolve direitos do autor, direitos conexos e programas de computadores;
o    Propriedade Industrial: trata de patentes, marcas, desenhos industrial, indicações geográficas, segredo industrial e combate a concorrência desleal;
o    Proteção Especial: chamada sui generis, protege a topografia de circuitos integrados, as cultivares e os conhecimentos tradicionais.

•    Patente: é um tipo de direito de propriedade industrial (quando um software esta integrado em um equipamento é considerado parte dele, mas o aparelho é que possui a patente);
o    No Brasil não existe patente para programas de computador apenas o registro;
o    Na Patente de Invenção a criação tem que ser novidade absoluta e ser produzida em larga escola.
o    Ideias puras e isoladas não são protegidas por direitos autorais nem por patente;


•    Comercialização não autorizada de um segredo industrial é considerado crime de concorrência desleal;


•    Royalties: é o nome dado aos pagamentos em troca da licença para outros comercializarem direitos autorais, patentes e invenções, modelos de utilidade, marcas, desenhos industriais e programas de computador;

•    Marca: é um sinal usado para identificar um produto ou serviço e pode ser o maior bem de uma empresa. Vale por 10 anos e pode ser prorrogados por iguais períodos;

o    Marcas relacionadas à Copa do Mundo são protegidas por um acordo entre a FIFA e o INPI (Instituto Nacional De Propriedade Intelectual) por isso não podem ser usadas na reprodução de mercadorias sem autorização;
o    Ao lado da marca tem o simbolo ® (Marca Registrada) ou ™ do inglês “trademark” que quer dizer marca comercial.


•    Direito de Indicações Geográficas – quando o produto se caracteriza pelo local de origem.



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Isso é apenas uma síntese, para você ficar por dentro de tudo faça o curso,  é totalmente gratuito e você ainda ganha um certificado de 14h que vai incrementar seu Lattes.


Como vocês observaram, esse curso nos oferece informações valiosas para a vida acadêmica de todo estudante universitário, seja cientista social ou não. Temos que estar atentos ao nossos direitos, porque deveres, já temos demais. 


Enfim, eu recomendo!
 Se interessou? 
Entra na página do SENAI e aproveita!
 


Link: 
http://www.senai.br/ead/cursos.asp
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15 de dez. de 2011

Juramento do Ciêntista Social

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"Prometo,  no exercício da profissão de cientista social,  realizar com competência e responsabilidade,  as atividades de pesquisa,  ensino,  consultoria e planejamento, procurando contribuir para a construção de uma sociedade plural e mais justa." 


Vamos honrar o compromisso em moçada!
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Merecidas Férias

 Éh, finalmente chegou aquele momento tão esperado do ano, as férias!
  Navegando encontrei esse texto maravilhoso e resolvi compartilhar com vocês. Aproveitem bastante *-*

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Os melhores meses do ano para todos os estudantes, sem dúvida são janeiro, julho e dezembro, quando eles aproveitam as tão esperadas férias. E não tem nada melhor do que poder acordar tarde, não precisar fazer trabalhos e nem provas, não é? 

Mas quem está se preparando para o vestibular, ou quem está fazendo aquela faculdade dos sonhos, que não é nada fácil, não pode bobear nas férias. Agora é hora de curtir, sair com os amigos, ir ao cinema, a festas, viajar, mas também é preciso reservar um tempinho para estudar.
Pode parecer chato, mas estudar nas férias vai facilitar muito a sua vida nos próximos meses do ano. Adiantar trabalhos, mesmo que seja só um pouco, já garante pelo menos um fim de semana livre quando as aulas voltarem.

Fora isso, é sempre bom aproveitar as férias para ler. Para quem gosta de ler isso é fácil, acaba sendo um hobby. Mas quem não gosta deve fazer um esforcinho para colocar em dia a leitura dos livros que os professores pedem ou outros que tenham relação com o seu curso. Não precisa ler os livros de teoria, que tem um conteúdo mais pesado e exige mais reflexão. Qualquer livro é bom, mas o ideal nas férias é ler os clássicos, aqueles livros que todo mundo precisa ler um dia, levando em conta sua área de atuação.
Para os vestibulandos, a situação é pior. Quem pretende entrar na faculdade, não pode se dar ao luxo de interromper os estudos nas férias. “Vestibulando não deve ter férias, pois pode perder o ritmo e o foco. Isto não quer dizer deixar de viajar, passear ou acompanhar a família em atividades mais descontraídas. O correto é não se afastar dos estudos, elaborar um esquema ou planejar o tempo de modo que descanse e estude sempre”, acredita Ana Terezinha Carneiro Naleto, diretora do Colégio COC Acadêmico, de Limeira, em entrevista à EPTV.

Para não ficar louco com os estudos muitos especialistas recomendam que nas férias os estudantes unam os estudos à atividades mais prazerosas. Por exemplo, ir a museus, cinemas, peças de teatro, shows, praticar esportes, viajar, estudar idiomas, assistir bons programas de TV, ajuda a aprender um pouco do que é ensinado em sala de aula e ainda é divertido.

Roberto Accorsi, coordenador do colégio Oficina do Estudante, incentiva os alunos a assistirem filmes nas férias, como forma de estudo e diversão. “As locadoras oferecem bons títulos de filmes que muita vezes são citados em sala de aula, como ´O Nome da Rosa´, ´Uma mente brilhante´, ´A guerra do fogo´, ´Memórias Póstumas de Brás Cubas´, ´Alice no país das maravilhas´ e ´Laranja mecânica´, muitos sites oferecem listas bem completas de filmes que se relacionam com os conteúdos dados em sala de aula”.

Quem vai viajar, não precisa cancelar por conta dos estudos, mas pode levar na mala seus livros e cadernos e aproveitar os momentos livres durante a viagem para ler um pouquinho. Além disso, conhecer a cultura e a história do lugar enquanto estiver lá ajuda bastante.

A diretora do COC Acadêmico ressaltou, em entrevista à EPTV, que mesmo mantendo-se ligado nos estudos, é importante que o aluno não perca o “espírito de férias”. “Embora não deixe de estudar todos os dias, com afinco e dedicação, deve-se dedicar um tempinho maior para o lazer e a diversão, pois não será muito produtivo se ficar o tempo todo lamentando tudo que está perdendo. E, principalmente, pensar que, se houver um bom planejamento e perseverança, o vestibulando ´perderá´ somente um período de férias, pois a próxima poderá ser usada para comemorar a vitória”.

Fonte: EPTV
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7 de dez. de 2011

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Passando para agradecer a todos os visitantes do blog pelo carinho e pelos comentários!

É sempre bom entrar aqui e encontrar o comentário de vocês, me agradecendo por aquilo que faço com tanto amor.  Os últimos meses foram muito agitados, então não consegui dar conta das postagens do blog, mas a partir do dia 15 desse mês, vou trazer muitas novidades para vocês.

Por isso recomendo que fiquem de olho.



http://www.belasmensagens.com.br/gifs/imagens/beijos/08.gif




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5 de dez. de 2011

FICHAMENTO: GENERALIZAÇÃO E SINGULARIDADE NAS CIÊNCIAS HUMANAS (ELISA REIS)


Texto IV – Elisa Reis – Generalização e Singularidade nas Ciências Humanas


*Fichamento elaborado a partir das aulas do excelente professor Fábio Machado e do texto da Elisa Reis

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Genérico e Singular:

- Marx: a relação entre o genérico e o singular se organiza de forma bastante característica: as manifestações histórico-singulares são vistas sempre como aproximações ao geral. Assim ele vê no presente a chave para o passado.
- Tocqueville: extrai a teoria da história. Seu trabalho é sempre uma análise histórico-comparada que visa o iluminar uma realidade singular, a da França.
- Weber: divisor de aguas entre ciências “culturais” e as demais.
- deixa claro que história e ciências sociais são ciências irmãs, (mas não são idênticas) casualidade histórica e casualidade sociológica são distintas.
- Durkheim: acredita que a sociologia precisa emular as ciências exatas para ser realmente científica. Nesse sentido, as proposições teóricas que formula se pretendem independentes do contexto histórico.

O objeto da ciência política?
- A ação humana intencional na história

O que é ciência política?
Institucionalismo: velho: formais (restrito)
                                 novo: formais e informais (amplos)     

1)      Escolha racional: enfoque do cálculo enfatiza o caráter instrumental e estratégico do comportamento do indivíduo. Reduz as incertezas em relação a como será a ação dos outros.
- as instituições são vistas como o resultado intencional, quase contratual de otimização de ganho dos agentes.

    2)  Sociólogo: enfoque cultural, enfatiza a dimensão rotineira do comportamento e o papel desempenhado pela visão de mundo do ator na interpretação de situações.
            - as instituições correspondem aos planos morais e cognitivos de referência sobre as quais são baseados as interpretações da ação.

   3) Histórico: é eclético> mistura os enfoques
- os atores calculam com base em interesses, mas ao mesmo tempo possuiriam diferentes visões de mundo correspondentes as suas posições e contextos sociais, desemprenhariam um duplo papel.
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FICHAMENTO: O ESTUDO DA POLÍTICA (FABIANO SANTOS)


TEXTO III – O ESTUDO DA POLÍTICA (FABIANO SANTOS)

* Pessoal, mais um fichamento para vocês! Esse fiz a partir das ótimas aulas do professor Fábio Machado e do texto do Fabiano Santos.
Aproveitem!!!

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O que é ciência política



Procedimento NOMINALISTA – ciência + política.
- adotar a definição de ciência, e depois de politica e responde a partir da união dos termos.

Procedimento DESCRITIVO
- tem a vantagem de expressar a multiplicidade de tendências que caracterizam a disciplina.

Origem da ciência politica
- tem inicio na Grécia a.C.

Problemas fundacionais
- as bases e limites da lealdade do individuo à coletividade.

Gregos
-premissa – possibilidade de dicotomia (ou seja, divisão de um conceito em dois) indivíduos versus pólis.

Segredo da coesão social
- revelado por Maquiavel
- a partir de Maquiavel aprendemos que a ordem, tal como a observamos e vivenciamos, não dependem única e exclusivamente da natureza das coisas, mas também e fundamentalmente do esforço feito por homens dotados de certas qualidades, tais como idealismo, ambição, perspicácia, crueldade, entre outras, para inspirar temor, respeito e lealdade nas pessoas comuns.

Maquiavel da o OBJETO
- a ação humana intencional na história.
- o conhecimento do mundo sociopolítico não é feito com a leitura da vontade de Deus. Será obtido somente com a observação do comportamento humano em situações reais de conflitos e de luta pelo poder.
-Daí surge sua briga com a Igreja (pois Maquiavel desacraliza a Igreja).
- até aqui a reflexão política possui natureza indutiva (parte das questões particulares para a generalidade).  

O dedutivismo (raciocínio logico que faz uso da dedução para obter uma conclusão sobre determinada premissa) na política.
- Thomas Hobbes - Para que governo? Para Hobbes a ordem politica emerge exatamente para definir limites ao comportamento individual de modo a que o esforço pela aquisição de bem-estar seja feito em bases cooperativas e não conflitivas.
- assim o governo serve para proteger a sua vida, porque sem ele o caos esta dado, gerado barbárie.
- poder politico tem a função de estabelecer a paz.

A crítica de David Hume
- critica a perspectiva racionalista de Hobbes.
-segundo esse pensador, as bases de sociabilidade e de legitimação da ordem politica não surgem a partir do calculo racional de indivíduos em busca de bem estar. Para qualquer individuo, em qualquer momento ou lugar, a ordem social é um fato cuja justificação é obra de experiências coletivas particulares de elaboração institucional.
- não vem de concepção logica, abstrata, mas na verdade as instituições politicas surgem da experiência coletiva.

Interregno: a ciência política como engenharia institucional
- Pode-se dizer que a descoberta hobbesiana de que a autoridade governamental deriva da transparência de direitos dos indivíduos a serem governados para a pessoa do governante inaugura uma linha de investigação que repercute diretamente na ação política. E quando promove intervenção dessa natureza no mundo político, a ciência política é usualmente chamada de engenharia institucional.

Problemas de método
Hobbes: afinidade com a economia
Hume: história, sociologia e antropologia.

Instituições: são regras, são valores, tem a finalidade de regular, orientar, promover, dar estabilidade.

Papel do institucionalismo: resolver problemas de ação coletiva com a deficiência.

Quais as diferenças entre filosofia e ciência?
- tem o mesmo objeto: o fenômeno político.

Método cientifico:
- Precisa ser validadas repostando-se a realidade empírica, somente são consideradas verdadeiras as teorias que forem confirmadas por evidências factuais.
- Requer demonstração, não atribui juízo de valor, experiência.

Método filosófico:
- dedica-se livremente a reflexão sobre a realidade, servindo-se apenas da lógica e da especulação racional.
- valores, procedimento teórico conceitual, tratam da essencialidade.

Onde os institucionalismos se convergem e onde é problemático?
- convergem: no objeto (instituições)
- problemático: (método) entendem a solução do problema de maneira radicalmente diferente.
- sociológico: observação de regras
- escolha racional: encaram as instituições com solução adaptadas para os problemasda oportunidade.

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FICHAMENTO: POLÍTICAS PÚBLICAS (MARTA RODRIGUES)


FICHAMENTO
 TEXTO II – POLÍTICAS PÚBLICAS (MARTA RODRIGUES)

* Pessoal, mais um fichamento para vocês! Esse fiz a partir das ótimas aulas do professor Fábio Machado e do texto da Marta Rodrigues.
Aproveitem!!!


http://lh5.ggpht.com/_yxMjQyVNAUQ/SXPYVvFbpMI/AAAAAAAAAc8/re0IeqNsAuw/Pol%C3%ADticas%20de%20Parcerias_thumb%5B6%5D.jpg

O que é politica?

- conceito – a politica é entendida como forma de atividade ou de práxis humana.

- na perspectiva clássica – refere-se a tudo o que diz respeito as coisas da cidade, ou seja, ao que é urbano, publico, civil e social.

- era moderna – atividade ou conjunto de atividades que, de alguma maneira, faz referencia ao Estado.

- politica publica – é o processo pelo qual os diversos grupos que compõem a sociedade tomam decisões coletivas, que condicionam o conjunto dessa sociedade.
- são resultantes da atividade politica.
- constituem-se de decisões e ações.

- duas formas de resolver conflitos
- pela força: coerção/ repressão.
- pela ação politica: ação coletiva. A necessidade de aceitação da decisão alcançada e o caráter impositivo da decisão coletiva.

- o que é poder?
É a capacidade de influenciar alguém a fazer algo que, de outra forma, ele/ela não faria.
-a capacidade do ser humano de influenciar o comportamento de outro ser humano.

- o que é estado?
Resulta de um processo histórico de concentração de poder que ocorre, na Europa, entre o final da Idade Média e os primeiros séculos da Idade Moderna.

- o que é governo?
-Por governo entendemos o conjunto de indivíduos que orientam os rumos da sociedade, pois ocupam posições na cúpula do Estado.
- são os que estão alocados no Estado. Ex: Governo Municipal: prefeito; vereador(...). (Não confundir com prefeitura).

- que são os atores?
Podem ser:
·         Privados: são aqueles que têm o poder para influenciar na formatação de politicas publicas quando o governo a tomar determinadas ações. Ex: Consumidores; Empresários; Trabalhadores; etc.
·         Públicos: são as que tem, de fato, o poder de decidir politicas. Ex: Gestores Públicos; Juízes: Parlamentares; Políticos (do executivo).


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FICHAMENTO: Potência, limites e sedução do poder. (Marco Aurélio)


FICHAMENTO

TEXTO: Potência, limites e sedução do poder. (Marco Aurélio)

* Pessoal, mais um fichamento para vocês! Esse fiz a partir das ótimas aulas do professor Fábio Machado e do livro do Marco Aurélio.
Aproveitem!!!

http://www.livrariaresposta.com.br/fotos/9788571397484.jpg


Potência – é algo genérico, virtual. Uma espécie de poder efetivo, antecede o poder, reúne elementos e recursos para efetiva-los no exercício do poder. É algo menor que o poder.

Poder – é uma relação social individual ou em grupo que pode ser exercido de forma subliminar, esta em todas as relações e dimensões da sociedade.
-É o elemento que mais preenche a politica (mas não é seu elemento exclusivo, sendo ele o principal).
-usa força (mas nem sempre, dependendo do caso, pode usar também a sedução).
-universal, amplo e cerimonioso. Possui até um certo grau de paciência. 

Política – relação de interação de pessoas.
É a luta de ideias e de valores, esforços, para estabelecer e para fazer que prevaleçam projetos de sociedade, modos de organizar a convivência e de resolver conflitos.

O que distingue o PODER do PODER POLÍTICO – o poder político é aquele autorizado por uma coletividade, vale-se da lei e da força. É que o poder político é o único que você pode utilizar os recursos de força física de  forma legitima.
-a politica é um braço do poder politico.
- recorre a força, mas nos momentos críticos, nos quais se trata de garantir o cumprimento de decisões.

Três atores:

Thomas Hobbes – “é a tendência geral de todos os homens um perpetuo e irrequieto desejo de poder e mais poder, que cessa apenas com a morte.”.
- para ele a conservação e a ampliação do poder eram essenciais para se garantir o que já se possuía.
- reiterava a ideia anterior de Maquiavel.
- pensava no Estado, mas também que o poder é inerente ao homem.

Nicolau Maquiavel“a sede de poder é tão forte quanto a sede de vingança, se não for mais forte ainda.”.
- defendia que, como a acumulação de poder cria mais poder, seria natural que os homens não se considerassem proprietários tranquilos “a não ser quando pudessem acrescentar algo aos bens que já dispõem”.
- pensava no Estado, mas também em poder geral inerente ao modo de ser do homem.

Max Weber – quem meche com o poder faz um “pacto com potências diabólicas”.
- o poder é um fator de dominação
- para ele o poder existe quando uma potência, valendo-se de determinados recursos, consegue afirmar-se como dominação e ver suas ordens serem cumpridas.


________________
NOGUEIRA, Marco Aurélio . Potência, limites e seduções do poder. São Paulo: Editora Unesp, 2008. v. 1.

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